Ainda com a resistência de alguns, 150 policiais retiraram nesta quinta-feira (05) as 63 famílias que tinham ocupado indevidademente casas do conjunto Praiamar, Zona Oeste de Natal. O drama da maioria dos que deixavam as casas era não ter para onde ir. A medida de reintegração de posse foi cumprida após um mês da decisão da Justiça de que os invasores saíssem dos imóveis que ainda estavam em construção e serão destinadas à famílias cadastradas junto à Secretaria Estadual de Trabalho, Habitação e Assistência Social (Sethas).
A oficial de Justiça Denise Pinto, encarregada em cumprir a medida de reintegração de posse lembra que todas as famílias já tinham sido avisadas desde o anúncio da decisão de que teriam de sair daquelas casas. “Inclusive, passamos aqui na noite anterior avisando a todos que viríamos aqui para fazer a remossão”.
O coordenador da Cehab, José Fernandes Amorim, ressalta que as casa invadidas não oferecem o mínimo de condições de moradia. “Elas não têm ainda energia, encanamento, saneamento. Precisamos que essas famílias saiam para que as obras sejam terminadas e possamos entregá-las às pessoas que estão devidamente cadastradas”. O tenente-coronel PM João Santos, que coordenou a ação da polícia, garante que haverá patrulhamento no local para evitar novas invasões.
A oficial de Justiça Denise Pinto, encarregada em cumprir a medida de reintegração de posse lembra que todas as famílias já tinham sido avisadas desde o anúncio da decisão de que teriam de sair daquelas casas. “Inclusive, passamos aqui na noite anterior avisando a todos que viríamos aqui para fazer a remossão”.
O coordenador da Cehab, José Fernandes Amorim, ressalta que as casa invadidas não oferecem o mínimo de condições de moradia. “Elas não têm ainda energia, encanamento, saneamento. Precisamos que essas famílias saiam para que as obras sejam terminadas e possamos entregá-las às pessoas que estão devidamente cadastradas”. O tenente-coronel PM João Santos, que coordenou a ação da polícia, garante que haverá patrulhamento no local para evitar novas invasões.

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